sábado, 11 de abril de 2009

Violência doméstica em uma geração amaldiçoada!!!

O pais devem ser cuidadosos no que eles passam para seus filhos não somente no exemplos que dão como também em suas lições silenciosas, pois estas são as perigosas.
Há que se escolher o parceiro certo com calma e determinação daquilo que uma pessoa realmetne procura na outra e não só por causa dos hormônios em ebulição, que levam a escolhas equivocadas.
Escolhendo a pessoa certa isso o levará a construir uma vida bem sucedida e um casamento de sucesso, já que o casamento é a primeria instituição de Deus.
Muitas vezes a sociedade impõe um certo tipo de comportamento que leva a pessoa a não viver realmente aquilo que ela deseja, optanto por viver aquilo que lhes é mostrado como "correto". Atraves deste equívoco a escolha errada acaba terminando em violência simplesmente porque queremos outro tipo de vida. A culpa, a frustração, o fracasso da relação leva as pessoas a chegarem ao seu limite partindo para a violência verbal e física.
Como um vendedor de flores pode ensinar a seus filhos a escolher seus amores?
Porque sabe qual semente é mais valiosa e que tipo de flor ela vai dar. É sempre bom ouvir a sabedoria dos mais velhos. Principalmente aqueles que tiveram uma vida matrimonial relativamente bem sucedida.
A geração dos amaldiçoadas é aquela da juventude que se parece com uma banda numa propaganda de refrigerante. Tudo é festa até que a realidade atinge em cheio o castelo cosntruído e depois o derruba sem pedir licença ou autorização para isso, gerando insatisfação.
A prisão de um relacionamento com um parceiro mal escolhido.
Primeiro existe a violência velada que se instala na alma e no coração propagando nas veias um veneno maléfico, cujo antídoto desfigura as boas inteções dos votos que foram ditos no altar.
Depois ela começa a ser verbalizada como uma válvula de escape para o câncer que cresce a cada dia e toma conta da região da emoção corroendo toda forma de respeito, tratando o outro como um objeto inanimado pronto a ouvir todo o lixo que deve ser despejado, sem dó e sem piedade, porque já que eu estou sofrendo também não vou te poupar.
Por fim culmina com o abuso físico, que deixa marcas mais profundas, cicatrizes, traumas quase que insuperáveis. Tendências desumanos de castigar o outro pelo erro que você comete. Pela falta de coragem de assumir sua posição e dar outro rumo a sua vida.
De jogar nas mãos do outro a responsabilidade spor você ser uma pessoa mal resolvidas, que não c onsegue dar um basta a massificação das idéias. Que não cosegue se libertar de dogmas que acorrentam o verdadeiro eu, em nome de uma moral que uma sociedade hipócrita impôs como um limite deliberadamente inumano para aqueles que querem ser apenas de carne e osso.
Prisão sem grades. Prende-se os desejos e os verdadeiros sonhos em uma solitária dentro do seu ser. Cria um personagem ao qual não consegue manter. Não banca até o fim a sua ambiguidade.
Atormentado pelos fantasmas dos anseios que lhe cercam as ideias promulga uma lei única a de que o outro deve pagar pela sua penúria.
E deve ser assim até que a morte os separe, o que hoje tem acontecido muito ao pé-da-letra.
Tirar a vida daquele que lhe causa transtorno, quando o verdadeiro culpado dessa história toda é só você que não teve a ousadia de assumir a sua verdadeira identidade.
A geração amaldiçoada é essa que cumpre a risca as leis da violência como válvula de escape como se estivesse dizendo ao mundo que não pode e não sabe receber um não.
Brincar com sentimentos alheios é uma atitude de covardia sem par, é uma falta de saber o caminho que se quer seguir. Cumprir os atos que uma sociedade impõe pode fazer bem, mas a maioria não está perparado pra viver os seus sonhos. É mais fácil deixá-los passar como a banda que passa embaixo da janela da inércia.
A geração amaldiçoada não resiste nem protesta, não se envolve mas também não toma partido, não se compromete com aquilo que é de mais importante na vida do homem. Ele mesmo.
Daí que a geração amaldiçoada não discerne o preto do branco, o azul do amarelo, nem o verde do vermelho, apenas faz uma miscelânia de cores como aqueles pintoress ditos modernos que jogam uns pingos de tinta numa tela e revela-se uma grande obra de arte.
A geração amaldiçoada não é inventiva, criativa ou até mesmo copiativa, a sua falta de iniciativa nem supera os modelos copiadoss.
Afligi-se a alma com coisas materiais , como se isso suprisse todos os vazios que nela há e depois de incorrer em uma mal estar perpetuo, dissolve-se em violência a conta gotas, uma tortura diária digna da inquisição.
A geração amaldiçoada não previne-se de si própria e acaba caindo num abismo sem fundo.
A imagem que ve no espelho é igual a das histórias dos vampiros, não têm reflexo, pois a alma morta é igual ao retrato de Dorian Gray, apenas um belo enfeite na parede, parece ter vida mas apenas tem o reflexo de sua falta de engenhosidade e da vaidade que destroi qualquer forma saudável de se buscar a felicidade.
A geração amaldiçoada enche o seu coraçao com tesouros que se ajuntam na terra mas que não se pode levar para o paraíso, porque lá só entrarão os puros de coração.

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