Não sabemos nem por onde começa, nem onde termina esta história. A figura da mãe imaculada, uma virgem assunta aos céu da dignidade, honra, magnitude, coragem e tantos outros adjetivos que levam esta mulher à posição de AUGUSTA.
"Durante a batalha contra Maxêncio, seu exército estava em desvantagem. Influenciado por Helena, que tentava convertê-lo, Constantino teria tido uma visão. Apareceu-lhe uma cruz luminosa no céu com os seguintes dizeres: "In Hoc Signo Vinces" ("Com este sinal vencerás"). Imediatamente, mandou pintar a cruz em todas as bandeiras e, milagrosamente, venceu a batalha. Nesse mesmo dia, o imperador mandou cessar, imediatamente, toda e qualquer perseguição contra os cristãos e editou o famoso decreto de Milão, em 313, pelo qual concedeu liberdade de culto aos cristãos e deu a Helena o honroso título de "Augusta". "
O super reconhecimento dado a Santa Helena, pelo seu filho, então imperador da Roma antiga, Constantino, o grande tem muito a ver com essa demanda insuportável que coloca a figura da mãe em um estado febril de santidade e a da mulher, esposa dedicada de insuficiente para cuidar do 'filhinho querido'.
Observe-se que o imperador trouxe-a para perto de si, porque ficou privado de sua companhia durante 14 anos. Ou seja, para compensar a sua ausência dedicou-lhe, é claro, com a influência dela, o titulo de AUGUSTA, após vencer a batalha que lhe concedeu definitivamente o trono do tão cobiçado império romano.
Também fica difícil, para uma esposa se comparar a figura de Maria, mãe de Jesus. A igreja católica em suas tão prestimosas contribuições para uma sociedade igualitária, sem preconceitos e completamente livre de qualquer influência no comportamento das pessoas, intitui a figura da virgem mãe como a mais forte.
Em todas as figuras retratadas na igreja só há a menção de um filho obediente e totalmente submisso à mãe imaculada. Chega ser até nauseante ver que esse relacionamento se torna mais importante que a própria missão de Jesus, que é o messias. Este por sua vez, é representado pela figura de homem castrado e sem vontade própria, que sem a mãe não seria nada do que foi.
Todos que já lemos a bíblia sagrada sabemos que isso não é verdade. Que atraves de uma das passagens do novo testamento Jesus aos doze anos se separa dos pais, Maria e José, vai até o templo discutir com os grandes religiosos daquela época sobre a figura de Deus e sua missão nesta terra. Vê-se então, que ele já gerava desde infanto a sua independência, porque é isso que todos os filhos devem fazer.
Nossa cultura, influenciada pela religião que 'aposta ' nesta relação doentia de complexo de Édipo, coloca a figura da mãe como superposição a qualquer outra figura nesta sociedade. A mãe é sempre a vítima de qualquer situação, pois a sua figura está semrpe ligada a virgem imaculada. A esposa é a errada e deixada de lado, porque é associada a figura da prostituta que a bíblia também aponta.
Jesus tem um relacionamento com uma prostituta, adultera, escória da sociedade patriarcal. Ele a livra de ser apedrejada. Mulher belíssima. Cuja figura disponta como auxiliadora que vive como uma irmã que deve a ele sua salvação. Vemos que isso está imbutido nas mentes.
A maioria das mulheres reclamam que o marido dá mais atenção as queixas da mãe que as dela. Que sempre a mãe é uma vítima quando briga com a esposa. Chega ao cúmula de a mãe ligar para o filho para saber se está sendo bem tratado, se está comendo direito, se a sua roupa está sendo bem cuidada, enfim uma série de situações constragedoras que colocam a figura da esposa no limiar do nada.
Essa posição de jocasta, que a mulher brasileira assume quando se torna mãe, tolhe qualquer
atitude de independência que o filho possa ter, ou querer ter, porque ela se interpõe entre o homem que ele precisa ser e a sídrome de peter-pan provocada pela superproteção a que é exposto.
Tudo é muito cômodo para o homem, pois na esposa ele tem a figura da mulher com quem ele pode transar, o que ele não deve fazer com a mãe. Praticamente seria só para isso que ela serveiria, já que o emocional dele está dominado pela atitude doentia de uma mãe que não corta o cordão umbilical de uma forma espiritual. Ela prende o filho num plano emocional que o torna dependente dela para sempre, nem mesmo a Gisele Bündischen, poderia cortá-lo.
Isso chega ao cúmulo de a mãe querer escolher a mulher ideal para seu filho. Ela sabe o que ´´e melhor para ele. Claro que ela vai escolher aquela que não apaga a figura dela de ser a mulher principal na vida do filho.
E esposa com certa desvantagem, só ganha dessa mãe na cama. Porque é intrínsico que no resto ela não presta pra nada.
Na hora de educar os filhos então...ai é um Deus nos acuda! Aí, a esposa não sabe realmente como cuidar dos filhos. A mamãe sempre está certa e interfere na criação porque tem mais experiência, porque já cuidou dos seus sabe muito bem como deve ser. Esquece-se aí que cada um tem uma personalidade diferente e ñão necessariamente os netos têm a mesma persoalidade dos filhos dela, e que há um ambiente doméstico diferente. Ma não é assim que funciona, no fim o filho sempre dá razão a mãe dele.
Isso causa, corrosão, erosão, maresia no relacionamento. Gera discussões por insatisfação do comportamento do marido, porque geralmente a mulher tem mais facilidade de cortar os laço familiares do que o homem. Essa insatisfação chega a intimidade e coloca em cheque o suposto amor que os uniu.
A esposa passa ter uma figura melhor diante da sociedade quando procria, se não tiver filhos não é vem vista, como em toda a história, ela passa a ter a figura da mulher esteril, que era rejeitada porque não podia ter filhos. E se desse só filhas mullheres então....Eram como as esposas do de Henrique VIII que eram culpadas por não terem filhos homens. O que se a genética etivesse em pesquisas avançada naquela época como é hoje diriam a ele que o seus espermas não eram fortes o suficiente, para sobreviver, ou talvez alguma outra explicação que a ciência pudesse lhe prestar. Mas será que alguém teria coragem dizer isso a um rei que decepava a cabeça das suas esposas?
Acredito que o homem também haje como Henrique VIII, ele decepa as vontades da esposa, seus desejos de uma vida independente, para não deagradar a mãe.
Já vi inúmeros relatos de mulheres que não aguentam essa atitude passiva do marido, os taxando de "bundões".
É isso a mãe brasileira educa filhos homens, para que o seu ego ferido pela falta de marido, que sofre da mesma síndrome, possam estar aos seus pés como seus maridos nunca estiveram. E a hsitória se repete com a nora, se tornando uma bola de neve.
Porém digo a todas a mulheres mães dominadoras uma frase que a personagem da atriz Ana Furtado "Gaby" diz a personagem de Christiane Torloni, " Melissa", na cena em que elas descutem porque o filho " Tarso" personagem de Bruno Cagliasso sai com "Gaby" para poder tomar um suco no shopping e conversar:
Desculpe se vocês são as únicas mulheres no mundo que não podem transar com seus filhos
vão se tratar.
A figura da mãe deve ser sempre preservada e respeitada mas no seu devido lugar.
Referência:

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