A vida dupla e diabólica de Josef Fritzl, pai incestuoso e vizinho amável
O austríaco Josef Fritzl, 73, conhecido como o "Monstro de Amstetten", foi declarado nesta quinta-feira "culpado" de todas as acusações contra ele, incluindo a de assassinato por omissão de socorro e cárcere privado. A sentença prevista é a prisão perpétua.
Enquanto os vizinhos de sua rua, em Ybbsstrasse, o descreviam como um homem amável, cortês e amante da boa mesa, embora um pouco autoritário com sua família, Frizl, de olhos azuis e uma frieza impressionantes, levava outra vida, de verdadeiro monstro, desde 1978.
Segundo as investigações, Fritzl começou a reformar o porão quando sua filha Elizabeth tinha 12 anos e, pelo que parece, naquela época já abusava da menina.
Em agosto de 1984, quando ela completou 18 anos, seu pai começou a trancá-la, dizendo à mãe da menina, Rosemarie, e às autoridades, que a filha havia fugido e aderido a uma seita.
Como prova, obrigava Elizabeth a escrever cartas pedindo que parassem de procurá-la.
Frizl "queria formar uma segunda família e estava seguro de poder manter seu projeto em segredo", explicou seu advogado Rudolf Mayer.
Rosemarie, sua esposa, tinha apenas 17 anos quando contraíram matrimônio em 1956. Além disso, ele também teve sete filhos com Elizabeth.
Fritzl, que era engenheiro eletricistas, dizia que trabalhava no porão e proibia a família de descer em sua oficina, onde passava noites inteiras, segundo seus próximos. As testemunhas disseram que não sabiam da vida dupla dele.
Segundo as investigações, Fritzl começou a reformar o porão quando sua filha Elizabeth tinha 12 anos e, pelo que parece, naquela época já abusava da menina.
Em agosto de 1984, quando ela completou 18 anos, seu pai começou a trancá-la, dizendo à mãe da menina, Rosemarie, e às autoridades, que a filha havia fugido e aderido a uma seita.
Como prova, obrigava Elizabeth a escrever cartas pedindo que parassem de procurá-la.
Frizl "queria formar uma segunda família e estava seguro de poder manter seu projeto em segredo", explicou seu advogado Rudolf Mayer.
Rosemarie, sua esposa, tinha apenas 17 anos quando contraíram matrimônio em 1956. Além disso, ele também teve sete filhos com Elizabeth.
Fritzl, que era engenheiro eletricistas, dizia que trabalhava no porão e proibia a família de descer em sua oficina, onde passava noites inteiras, segundo seus próximos. As testemunhas disseram que não sabiam da vida dupla dele.
Fritzl, que era engenheiro eletricistas, dizia que trabalhava no porão e proibia a família de descer em sua oficina, onde passava noites inteiras, segundo seus próximos. As testemunhas disseram que não sabiam da vida dupla dele.
Criado por sua mãe solteira em uma família autoritária, Josef Fritzl "compensou a ausência de seu pai desenvolvendo uma personalidade de patriarca superpoderoso", segundo o psiquiatra Reinhard Haller.
Fritzl sabia que só podia obter pela força o carinho das pessoas, afirmou seu advogado "Ele quis Elizabeth à sua maneira", acrescentou à agência de notícias austríaca APA.
No porão, de 40 m2 sem janelas nem ventilação, isolado por várias portas blindadas fechadas com dispositivos eletrônicos, a jovem sofreu um calvário inimaginável. Com as reiteradas violações, deu luz a seus sete filhos sozinha, um dos quais, gêmeo, morreu em 1996 horas depois do parto por graves problemas respiratórios.
Fritzl sabia que só podia obter pela força o carinho das pessoas, afirmou seu advogado "Ele quis Elizabeth à sua maneira", acrescentou à agência de notícias austríaca APA.
No porão, de 40 m2 sem janelas nem ventilação, isolado por várias portas blindadas fechadas com dispositivos eletrônicos, a jovem sofreu um calvário inimaginável. Com as reiteradas violações, deu luz a seus sete filhos sozinha, um dos quais, gêmeo, morreu em 1996 horas depois do parto por graves problemas respiratórios.
O que se esconde por detrás das portas das casas é um segredo de família. Nada mais bizarro qeu um homem que maltrata sua filha durante tanto tempo não seja acobertado por sua esposa. Talvez ela seja tão doente quanto ele. Não sabemos o que se passou ali entre o casal durante estes vinte e quatro anos.
Nesse tempo todo ela não se perguntou uma só vez de onde estavam vindo estas crianças? E crianças com certeza muito parecidas com o marido! Ela também não deve ter ousado saber o que o marido fazia no porão da casa durante tanto tempo?
E essa passividade tem que ter uma explicação, pois será que ela não notou o marido diferente em seu tratamento com ela? Será que eles tinham uma vida conjugal normal como marido e mulher? Ou será que ela fazia como as mulheres de antigamente que preferiam que os maridos tivessem amantes para deixa-las em paz?
E antes disso tudo a menina já sofria abuso desde os onze anos, será que ela nunca contou a mãe? ou a mãe que fingiu não acreditar nela?
Porque as mulheres são capazes de tudo para salvar a pele de seu homem ainda que isso custe a saúde mental do filho ou a sua própria vida.
Não é nem um a questão de julgamento é de saber realmente os motivos que levaram essa mulher a calar-se diante de tamanha atrocidade.
São vários os pontos de interragação que rodeiam a nossa mente diante de tão terrível revelação.
Creio até que nestes vinte e quatro anos de tortura e abusos a menina Elizabeth de ve ter implorado em suas orações, se que ela poderia ainda acreditar em Deus, que ele a salvasse de tamanha violência, e a resposta veio em forma de doença genética, que benditamente a salvou de possivelmente ter o mesmo destino de um dos seus filhos ao morrer, ser encinerada num forno.
E me faço uma pergunta: Quantas Elizabeths existem no mundo agora?
Sem poder pedir socorro e sem o apoio da mãe.

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